terça-feira, 26 de abril de 2011

Prato do dia: Jantar de estudante de música em Buenos Aires

Jantar de estudante de música em Buenos Aires



Ingredientes

- 2 porções de arroz branco (para o caso de invadir a cozinha mais tarde)

- 1 colher de manteiga

- 200 g de brócoli congelado

- 3 salsichas congeladas

- Sal à gosto

- Um canal de filme qualquer


Preparo

- Se tranque na cozinha (no caso de conviver com mais pessoas).
- Ligue um disco do Jorge Ben no iPod ou celular
- Faça o arroz, fritando-o com a manteiga porteña
- Ferva uma panela com bastante água e coloque as salsichas
- Troque o som por "Supersticion", do Stevie Wonder
- Coloque o brócoli pra ferver junto com as salsichas felizes nadando em água quente
- Vá ao seu quarto, ligue a tv e aperte dois ou três botões de número aleatórios (canal de hoje: Films & Arts)
- Coloque o sal que você não usa do McDonald´s sobre a comida
- Boas garfadas!

domingo, 24 de abril de 2011

Highway Chile

Tenho que sair e ver a lua, disse Weidell. E Weidell concordou, e apesar de estar cansado quer descansar da posição de ouvinte e falar. Falar quieto, sem decibéis mas com olhos e outros sentidos, que se esquecem da memória. E queimar a noite com laranja e verde e branco, e Beatles na camiseta, que agora vai se esconder do frio morno. E maldito seja qualquer morno, 
que além de palavra feia, é nem pouco nem tampouco muito.



sábado, 23 de abril de 2011







I´m not that heavyweight, so I finish the sentence. Neck insist on show the tv set. Sync, water and peanuts: let there be saturday, boludo!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Nativivo

http://musicareciclavel.blogspot.com/

Esse é meu novo blog, sobre música, bateria, bateria na música, músicos, bateristas, o mundo além da música e o que mais acontecer. Sempre com a música fazendo arte primeiro.

quarta-feira, 23 de março de 2011

As flores do pequeno jardim

O castigo, punição justa que me cabe, é ler. Deus! Tudo mudou, e a sentença ainda prevalece.

A eternidade não diminui o sentimento, e só sei de mim. Imagino, mas não faço idéia da verdadeira eternidade que sempre me ataca. 

Porque uma só eternidade, quando não deveria haver nenhuma? Sei não, mas é assim.

Queria ser menos claro. 

O banho que se anuncia ao final dessa canção é bem vindo. 

Sempre será.

Será?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Moving

Assista


                                           Foto: Gabriel Martinelli

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Acknowledgement

Estive entre os destemidos, e sofri. 
Já fui covarde de renome.
Onça.

Couro, carne, gole
Gelo, pisca, treme
Acorda, assovio

E

coça


Black mirror
squeeze the mix
2 canais
dois um

domingo, 8 de agosto de 2010

Bio


Bio:

Weidell Augusto Martinelli Pinho é baterista desde os 11 anos, e desde então já sabia o que seria "quando crescer". Hoje com vinte e poucos, cresceu um pouco, continua sendo baterista e expandiu seu universo artístico, não só na área musical, mas pessoalmente também. Hoje sabe melhor do que nunca que esse caminho é infinito e por vezes árduo, mas sem dúvida vale a pena percorrê-lo. Já tocou e gravou com inúmeros desconhecidos e "quase conhecidos" músicos e bandas do interior paulista, tendo morado em quase uma dúzia de cidades. Para ganhar o pão (e comprar biritas) já tocou carnaval, sertanejo, axé, em campanhas políticas, funerais e festinhas de final de ano, sempre com bom humor e disposição. Nunca perdeu o foco: ser um músico competente e deixar a arte usá-lo como instrumento, e não o contrário. E porque não passar isso adiante? Weidell começou a dar aulas de bateria aos 15 anos, numa situação forçada. Mas a coisa engrenou, e já atuou como monitor de música em alguns projetos sociais, como prefeituras e ONGs. Seu último trabalho na área foi no "Projeto Guri", em Alto Alegre/SP (onde?). Admira de Tom Zé a Sepultura, passando por Tchaikovsky e Ramones. Acredita que viver de arte vale a pena, e é para isso que está aqui. 

English: Weidell Augusto Martinelli Pinho play drums since he was 11, and at that point he still knew what was going to do for the rest of his life. Nowadays, has 23 years, has grown a little bit, keep on drumming and reached other horizons on artistic universe. not just on music, but as a person too. Now knows better than ever: that..s a non-stop way, it might be hard sometimes, but it..s a worth way. Have played and recorded with many and many unknowns, and "almost famous" artists and groups from the "paulistas rednecks". He just lived in many cities on the state of São Paulo. He had to buy the food (and some beer also). For that reason, has played the "carnaval", "brazilian country" and other "uncertainly quality" musics, but always exciting and funny. He never losted the focus: to be a complete musician and let art use him as an instrument, and not reverse. So why not teach this to other people? Weidell started on drum lessons when he was 15, in a "right now!" invitate. But the lessons worked out, and since then has worked on social and government projects, such as "Projeto Guri", wich is present in more than 500 cities around SP state. His musical taste is very expansive, and there..s no label for that. Enjoy Tom Zé as much as Sepultura, well as Tchaikovsky to Ramones. Above everything, he believes in live to the art, and for the art, and that..s the reason why he lives on.

Ler mais: http://www.myspace.com/weidellpinho#ixzz0w3kWHvly


www.youtube.com/weidellpinho

twitter.com/weidelll


www.myspace.com/weidellpinho


domingo, 6 de junho de 2010

Pantoprazol

Vejo um bando de gente chegando no hotel agora. Vejo pela pequena fresta que deixei aberta, porque minha janela é a mais visível do hotel. Todas essas pessoas estão conversando. Eu conversei hoje, e bastante. Mas elas, diferente de mim, não estão falando sozinhas. Alguém ouve elas, ou ao menos responde automaticamente alguma frase monossilábica qualquer. Quem me respondeu hoje, por enquanto, foi Bowie, Dylan e Nina Simone. mas eu não perguntei nada a eles.

Todo domingo tem sido tão pesado quanto assistir a morte de todos os seus queridos, e  bem de perto, e ter o sangue deles espirrado em sua roupa, e não ter pra onde ir depois que todos morreram esmagados por um descuido seu.

Tenho meu pai aqui, mas não posso depender exclusivamente dele. Não posso depender. Não posso pensar em curtir a vida. Não posso pensar em nada além do trabalho que não é o meu trabalho.

Não reclamo do meu trabalho como um trabalho tal qual se deve ter para ter dinheiro. Nisso, é muito bom.

Muito além disso, devo estar passando por uma fase de transição, e estou me perdendo nela.

Certamente isso está me afetando profundamente, e me assusta porque não sei o que serei daqui a um tempo, quando a necessária mudança tiver sido concretizada.

Não sei quanto tempo, em quanto tempo ou daqui a quanto tempo. Não sei do tempo, e não sei o que o tempo está fazendo, e o que eu estou fazendo com ele.

Maltratando alguma coisa estou certo que estou.

Deus, como eu queria que você existisse! E que aparecesse na forma de um estranho simpático que gosta de um bom som e que aceite tocar um violão e comer um lanche junto comigo nessa cidade fria e nessa vida gelada.

sábado, 15 de maio de 2010

Sem revisão

Morrer de dor
ou Sonho número 2 de 14 de maio de dois mil e 10.
(Pernas claras da perdição)
ou ainda:
Ao amor (será que é)


1

Estava livre dos rastros sujos
nem em sonho eu me dobrava
E numa noite fria eu vi a estrada
Que feito o dia claro transpareceu
Você estava distante. Éramos dois desconhecidos
E os três brindaram a noite, fizeram fogo no seu quarto

Não era tarde quando percebi
que sua sedução barata iria me atrair
Suas belas pernas, seu vestido preto quase
desnecessário.

A fala mansa e a pele clara dessa vez se calaram
diante da constatação:
Não sou mais seu querido, seu cafajeste podre e imundo
Não caio mais entre suas pernas claras.
Feche-as e e vá embora, para nosso bem.
Vá fazer mal a outro que ainda te quer bem.


2

Suas mazelas me cansaram
E nem por suas pernas eu me deito mais
Ao seu lado eu vi a morte, triste fim
da pobre mosca agora presa em sua teia;
bate as asas mas não voa.

E logo vai morrer, E assim
tentando se livrar vai morrer.

Não, eu entendo o mecanismo de atração
sustentando pelo odor da falsidade.
Sim, eu não beijo mais seu corpo.
Tu não entras mais em minha carne,
que é pedaço de alma.

"Feche suas pernas, cubra-se
e vá embora."
Dito isso saio de sua casa
e encontro abrigo no que sou antes.
Depois ouço uma canção e ando
pela mesma estrada.

Vá embora, para nosso bem.
Vá fazer mal a outro que ainda te quer bem.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Bloco de notas

Rolândia, 28 de abril de 2010, quarta feira

Quarta feira sem hífen, sem hímen e quarta-feira de jazz em um bar em Londrina, o Valentino. É cedo ainda (19:48 no pc). Acabo de sair do banho, abrir a porta do chalé e, além da Cristina que toca aqui, ouvir a chuva leve e breve que cai na grama iluminada trazendo um vento um pouco mais frio aos meus pés mordidos por um inseto feroz, e castigado por acidentes no pé da cama. Parei de digitar e comecei a batucar nos joelhos o Padre Cícero. Mas ninguém até hoje afirmou. Era um triste dia, pois alguém jazia. Cego, surdo e pobre: desse jeito faleceu o nome da canção. Pé no chão, dizia minha mãe, é dar bobeira para gripe e resfriado. Pé no chão é tomar banho, sair dele e continuar pensando na antítese maiúscula que é esse trabalho abençoado e essa condição de artista amaldiçoado, que faz desse trabalho uma maldição e da música um sofrimento maior do que ter todos os seus queridos humanos assassinados a sangue frio por traficantes de crack e filmadores de pornografia geriátrica "hardcore". Queira sorrir! É permitido. Faça umas orações uma vez ao dia, depois mande a consciência junto com os lençóis para a lavanderia. Isso é Tom Zé, e isso é não usar aspas para citar autores. Autores, que piada! Quem é autor? De que o suposto autor é dono? Não sou dono de nada, e não aceito ninguém ser dono de alguma coisa. A gravata já me enforcou, amém com eme ou ene. Um ou dois ou mil espaços   depois do ponto. do . o. fato é que todo mundo precisa mijar. E ninguém necessariamente faz xixi. Eu vou. Acabei de fazer xixi e mijar ao mesmo termo e matei quase afogada com RAID açao total uma aranha bem grande, no tapete em frente à porta de madeira do chalé, de onde estou em frente.

Vou pedir à meu pai para ir a à á Londrina com o carro no Valentino, e uns  20$, caso dê certo. Senão, vou discar 9 e pedir umas 4 latas e talvez uma dose quente para esquecer da condição e dos parentes da aranha morta bem aqui na minha frente.


PUTA MERDA! "Se vale a pena", de Trupé, é muito boa, meu!

não rolou o carro. comi três fatias de salame (que vão me fazer mais mal do que ácido lisérgico genérico) e disquei nove para duas cervejas.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Cansaço

Medíocre. Assim me senti e assim foi o último show da minha "banda". Assim fui eu. A banda deve ter tocado bem. Agora é lei: eu me cansei dessa merda toda. Só vou fazer o que gosto com a minha música. Só vou emprestá-la a quem eu quiser. 
Não vou mais sair de casa para tocar o que não sinto. Não faz sentido, já que não é um trabalho, mas dá muito trabalho. E não falo sobre carregar as "tralhas" de 200 quilos nem montar tudo no sol de torrar pedra. É o cansaço espiritual que me fez chorar a alma no último domingo e pensar em atirar os tambores da bateria contra a parede e lavar o cérebro para me esquecer de que um dia fui músico. 
Me sinto mais perto de mim em casa, ouvindo o "titio" Arnaldo Baptista ou as merdas que ouço, do que tocando para 50, cem ou mil babacas e alguns bacanas. 
Não é nada pessoal, e é tudo pessoal. Tô caindo fora do que não me agrada. "Ah, mas não te faz mal". Foda-se. Vai ter que fazer bem, muito bem. Vai ter que ser capaz de me fazer querer carregar essa jaca toda a pé só para tocar um compasso. 
E sim, serei mais chato ainda, obrigado.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cristais de gengibre se passam por cigarros.
Os dedos acalmam o nervo,
e o filme finge ser a noite de diversão.
Isso aqui está ficando sem graça para caralho.
Tudo isso aqui.

Chato e fresco

Gosto de passar bastante tempo comigo. Sempre fui de andar e pensar sozinho, mesmo com muita gente por perto. Não sou do tipo que promove o debate. Eu discordo, mas digo que concordo só para não ter que tentar explicar tudo o que penso. Cada vez mais sou menos compreendido, e deve ser assim com todo mundo mesmo.
Há alguns dias saí para caminhar um pouco, e o que seria um passeio rápido se transformou em uma maratona de quase 15 quilômetros. Não me cansei, pois parei de fumar há quase um mês. Não queria parar de andar. Estava sozinho com minhas idéias, e feliz por ser assim. Acertando ou só vivendo, aprendi a gostar de minhas idéias, de conversar comigo. E vejo que eu só me "dou bem" realmente comigo.
É um tanto quanto estranho e consolador ao mesmo tempo saber que cada vez mais me entendo melhor e que cada vez menos me compreendem. É estranho, e só.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Split myself in two


Angústia
(João Ricardo - João Apolinário)



Agonizo se tento
Retomar a origem das coisas
Sinto-me dentro delas e fujo
Salto para o meio da vida
Como uma navalha no ar
Que se espeta no chão

Não posso ficar colado
A natureza como uma estampa
E representá-la no desenho
Que dela faço
Não posso
Em mim nada está como é
Tudo é um tremendo esforço de ser

Dois anos e duas semanas

Dia 19 de fevereiro de 2008 eu voltei para a casa dos meus pais. Havia acabado o carnaval, e na minha vida só cinzas e dores em cartaz. Estava cavando uma sepultura não só para meu corpo, mas também jogando terra nos meus sonhos e levando dor a pessoas tão queridas. Não foi só maldade, eu sei. Mas o balanço final não foi agradável.
Aprendi muita coisa, vivi novas e excitantes experiências, caí nos mesmos erros, tentei reparar outros erros com outros personagens, me martirizei, me livrei do passado e continuei andando. E continuo não medindo a vida através de meses, anos ou horas. Percebo as mudanças através de atitudes e como eu penso e reajo diante dos fatos. Uma mudança específica me deixa feliz, porém não convém comentar aqui. Posso dizer que o maior tormento da minha mente foi vencido, e tendo sido expulso da minha vida, levou outros consigo.
Experimentei a tal "liberdade" que todo pós adolescente quer tanto, que é sair das asas dos pais. E hoje, tendo voltado para elas, me sinto bem e não me desespero mais para ter o meu canto só meu. Meus pais são meus amigos, e há dois anos quando eles vieram para Jundiaí, precisavam de um filho, de um amigo com eles. E eu deixei-os partir, sozinhos e em uma situação completamente carente de ajuda. Pensei em mim, e no amor que me movia. Não posso mais fazer isso. Não sou mais tão egoísta.
Descobri que não tenho controle do mundo ao meu redor, só de mim e vez ou outra nem de mim. Mudanças estão acontecendo, e sempre será assim. Aceitar a vida como ela é: isso sim é um desafio que deve ser cultivado e bem aprendido, pois será assim sempre.
Há dois anos eu já sabia de muita coisa, e desconhecia o real significado de muitas delas. Continuo a saber de muitas e outras, e ainda não sei de quase nada. Então, aceito o desafio de viver. Quero esquecer e aprender, tentar e contemplar, gostar e esquecer e viver e viver.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Raw music




E sempre gostei de música clássica (graças a meu pai), e há alguns anos ouço jazz. Fico impressionado quando o som (ou o personagem) é tão bom que não precisa de palavras, e ainda assim grita (ou sussurra) emoções.

Batuque para chamar chuva

Hoje toquei bateria. Montei meu instrumento ontem, e como sou apaixonado por ele, não resisti e acompanhei  "NYC Carnigie Hall - Dave Brubeck Quartet" no fone de ouvido e nas baquetadas. Música boa, harmonia em casa (apesar dos trovões), cerveja do lado e espigas de milho com mamma fizeram um prelúdio para a chuva boa que cai agora.

Sempre gostei de chuva. E assim como as horas que me perseguem com números iguais, a chuva cai sempre que algo importante acontece no meu momento. Bom ou ruim. E entendo melhor meus momentos. Melhor porque quanto mais o tempo passa menores vão ficando os problemas e as tensões do antes, e o que é verdadeiro e cria raízes é visto facilmente.

Estou atingindo alguns objetivos, outros estão atrasados e alguns nem saíram da cabeça ainda. Mas estou andando e isso é o que importa. Porque de muitas coisas (a maioria delas, creio eu) não temos o controle. Diante da vida, dos bilhões de anos do nosso "papel de parede", das frágeis ligações entre nós, os auto intitulados sapiens, não somos senhores de nossas previsões. Somos sim, donos de nosso rumo, mas como chegaremos à ele, é um mistério que Deus -a Natureza-  nos privou saber, e que para mim é um presente que carrega novos tons, sons e cores.

Quero exaltar o que é belo, e só. Dentro de mim, volto a ver o mundo dessa forma. E quando essa energia transbordar, Deus - a Natureza-, brindará meu destino com o tempo.

Tempo é tudo o que precisamos para aprender, para errar e consertar. Para calar e para falar. Para falar o que não pode ser ocultado. Para calar por discernir quando falar. Para falar o tempo todo comigo, sozinho, em matilhas ou em dupla.

E sempre termino falando de tempo. E sempre começarei. E nunca...não existe nunca e nunca existirá.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Barulinho Bom



Descobri essa banda há poucos dias, e achei bem interessante o som deles. Adoradores confessos de Pink Floyd (já gravaram um cd de dubs de "Dark Side"), o som deles é classificado como psicodélico alternativo. O disco é "At war with the mystics".

domingo, 27 de dezembro de 2009

A falta

Será que conseguirei concluir alguma tarefa sem falhar alguma vez na vida?
Será que serei um músico, ou só um cara que já foi?
Será que já foi?
Acho que sim.
Sim.