quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
It´s only rock n´roll...
Joe Strummer, grande sujeito enrolado do rock:
Em 1975, por 100 libras, Strummer casou-se com Pamela Moolman, uma cidadã Sul-Africana, para que ela pudesse obter a cidadania britânica. Com a grana ele comprou sua Telecaster. Que depois pintou de preto, com a mesma grana.
Em 1978 ele começou um relacionamento com Gaby Salter, logo após a moça completar 17 anos. O casal permaneceu unido por 14 anos e teve duas filhas, Jazz e Lola. Strummer e Salter não se casaram porque ele não consegui localizar Pamela Moolman para assinar o divórcio…
Via Ovelha Elétrica.
Em 1975, por 100 libras, Strummer casou-se com Pamela Moolman, uma cidadã Sul-Africana, para que ela pudesse obter a cidadania britânica. Com a grana ele comprou sua Telecaster. Que depois pintou de preto, com a mesma grana.
Em 1978 ele começou um relacionamento com Gaby Salter, logo após a moça completar 17 anos. O casal permaneceu unido por 14 anos e teve duas filhas, Jazz e Lola. Strummer e Salter não se casaram porque ele não consegui localizar Pamela Moolman para assinar o divórcio…
Via Ovelha Elétrica.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
"Relatório anual incompleto"
Há um ano eu estava chegando a Jundiaí. Ah! Precisava de vida nova, de uma mudança radical. E foi radical mesmo. Troquei as badalações intermináveis e a vida totalmente sem regras pelo avesso disso. Ganhei muito: anos a mais de expectativa de vida, aconchego familiar, almoço e jantar, banho quente e um ordenado fixo todo mês. E perdi muitas outras, vistas como "repugnantes e desnecessárias" pelas pessoas "centradas". Não tenho mais que montar e desmontar minha bateria constantemente e ebriamente nas noites da cidade (o que sinto muita falta!), não tenho um bar como ponto de encontro da galera, e não tenho galera alguma. Sinto falta até da ressaca. As pequenas brigas de amor, que saudade delas! Meu fígado pedindo clemência, as figuras noturnas, os horizontes cheios de mato e luzes de postes, a simplicidade do final de semana intenso. Os dias de semana que se confundiam com feriados. E os carnavais. Ah! Os carnavais que passei, em sua diversidade, me ensinaram muito. E não tenho onde e nem com quem praticar essa "sabedoria". Escrevo e bebo, bebo e lamento, lamento e trabalho. E só. Por enquanto.
Não é a Veja, não é a Veja!
O cara é foda.
" Não temos uma indústria de cinema que se apresente, mas isso não é desculpa para tratarmos nossos autores de novela (contradição em termos) como se estilistas fossem. Jornais gostam de repetir que temos uma das melhores teledramaturgias do mundo, mas esquecem de completar que nosso concorrente direto é a Venezuela."
E por aí vai.
Acesse a Revista Zé Pereira.
" Não temos uma indústria de cinema que se apresente, mas isso não é desculpa para tratarmos nossos autores de novela (contradição em termos) como se estilistas fossem. Jornais gostam de repetir que temos uma das melhores teledramaturgias do mundo, mas esquecem de completar que nosso concorrente direto é a Venezuela."
E por aí vai.
Acesse a Revista Zé Pereira.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
McGyver era alcoólatra enrustido?
Comprou aquela cerveja quente e não pode esperar para beber?
Siga esses passos. Funciona!
-Coloque toda cerveja a ser gelada no recipiente.
-Adicione um saco de gelo pequeno (aqueles industrializados)
-Adicione 250g de sal de cozinha
-Adicione 1 litro de álcool (Zulu)
-Dê uma leve misturada e aguarde os 3 minutos.
O que seria da evolução sem o álcool?
Siga esses passos. Funciona!
-Coloque toda cerveja a ser gelada no recipiente.
-Adicione um saco de gelo pequeno (aqueles industrializados)
-Adicione 250g de sal de cozinha
-Adicione 1 litro de álcool (Zulu)
-Dê uma leve misturada e aguarde os 3 minutos.
O que seria da evolução sem o álcool?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Enquanto Deus consentir, vou viver
Os discos precisam ser arrumados. Preciso ficar mais tempo com meus pais. O tempo é pouco, para qualquer coisa. E tocar, então? Há tempos não me sento em meu instrumento e toco como antes, com vigor e alma. A alma me escapa, nos minutos que não conto, e nas horas que passam sem importância. Sinto falta de esperar. Esperar não é de todo ruim. O cheiro, os cabelos, os adjetivos, os fatos bobos que aconteceram ao longo do dia sentem falta de serem contados. Esperar se torna um martírio. E não faço parte dos que se auto-flagelam. Não mais. Não mais me acabo em venenos noturnos, que desfiguram o corpo tangível, e com sede de mãos e boca. Sim, eu consumo minha alma, pouco visível e castigada por seu tutor. "Vou seguir o conselho de amigos..." Não procuro afogar nada mais no álcool, e não tenho amigos, senão os três da minha família. O jazz é meu amigo, a bateria, Paul McCartney e Ney Matogrosso. Mas eles não afagam meu físico. Físico. Corpo. Pele mesmo. Falta. O que me chega pelos ouvidos, e o que sai de minha boca não esquentam meu pescoço, nem puxam a coberta no meio da noite. Ficar indeciso entre um romance ou um drama, escolher não sair numa sexta-feira, e ainda assim ficar bem. Ter opções, e todas elas serem boas. Que dádiva! Quão feliz foi esse cara, que hoje inventa sonhos para tentar viver, e vai levando a vida bem morna que o despertador alerta. "Preciso andar p´ra não pensar..." (obrigado Cartola!). Escrevo ao sabor do vento, e sinto muito, e sinto nada, e não me preocupo o suficiente. E sinto medo sempre.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Lenine
UOL - Você tem um lado mais visceral do que o que se espera de um artista típico de mpb.
Lenine - Eu sempre digo que eu sou "pedreiro", para não dizer roqueiro, muito mais na atitude do que em qualquer outra coisa. Isso talvez fique mais evidente nos meus shows. Nos discos é bem diferente, porque o processo fonográfico é estranho. Você grava num ambiente hospitalar, asséptico e tem que extrair daquilo algum tipo de emoção que contagie as pessoas.
Leia a entrevista na íntegra aqui.
Lenine - Eu sempre digo que eu sou "pedreiro", para não dizer roqueiro, muito mais na atitude do que em qualquer outra coisa. Isso talvez fique mais evidente nos meus shows. Nos discos é bem diferente, porque o processo fonográfico é estranho. Você grava num ambiente hospitalar, asséptico e tem que extrair daquilo algum tipo de emoção que contagie as pessoas.
Leia a entrevista na íntegra aqui.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Troca de presentes

Achei um site que cuida do famoso "Amigo Secreto", que domina as festinhas de final de ano de família, trabalho ou amigos. Parece ser divertido. Clique aqui para entrar no site.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Todas as canções do mundo (em um segundo)
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Come-come
O saudoso Pacman está disponível nesse site. Joguinho divertido, como devem ser os jogos. Não precisa pensar para jogar, mas nos deixa sem pensar em bobagens.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sobre o caminho de casa para o trabalho
Pessoas acordam cedo.
Gente se reconhece,
sem se conhecer.
Tenho meus conhecidos
amigos desconhecidos.
Sei quando a moça de cabelos pretos está atrasada, porque anda rápido e já são 7:55. Ela passa do outro lado da rua, e quando estamos pontuais, nos encontramos em frente ao hospital. Ela me olha de lado, e eu faço o mesmo. Nossa relação é misteriosa, e está ótimo assim.
A mulher que veste branco (será enfermeira?) está sempre com um fone no ouvido, mas não demonstra se está gostando ou não da música. Cruzo com ela quando estou quase chegando. Essa nem olha para mim, e eu nem faço questão.
Tem o cara da oficina, que já me deixou entrar e fotografar seu Dodge Charger R/T. Sempre vejo ele e fito o olhar por mais tempo, porque é simpático da minha parte dizer um "bom dia" ou "oba, tá bom?", e por causa do carro. Mas para ele simpatia parece não ser muito importante. E está bom assim.
Agora tem uma mulher nova no caminho. Deve trabalhar perto da escola de música. Cara de brava, fone no ouvido. Só sei isso, e basta.
Um casal de velhinhos sempre aparece na minha manhã, em frente a loja de motos. O senhor carrega um violão. Só podem estar a caminho da igreja. Eles nem olham para mim, que estou sempre com um cigarro na boca essa hora. Não faço questão.
No farol, sempre ultrapasso uma senhora com um filho, velho demais para morar com a mãe. Acho que ele vai ao trabalho, e a mãe o acompanha até a porta. Para eles parece estar tudo bem assim.
Encontro essas pessoas todo dia, e parece que as conheço melhor do que meus amigos. Não perco muito tempo pensando nelas, e nem espero seus telefonemas ou e-mails. Sei que elas não vão tocar a campainha de repente e sem avisar. Posso imaginar o que quiser delas, e me divertir com isso.
O que será que elas pensam de mim? É só curiosidade.
Gente se reconhece,
sem se conhecer.
Tenho meus conhecidos
amigos desconhecidos.
Sei quando a moça de cabelos pretos está atrasada, porque anda rápido e já são 7:55. Ela passa do outro lado da rua, e quando estamos pontuais, nos encontramos em frente ao hospital. Ela me olha de lado, e eu faço o mesmo. Nossa relação é misteriosa, e está ótimo assim.
A mulher que veste branco (será enfermeira?) está sempre com um fone no ouvido, mas não demonstra se está gostando ou não da música. Cruzo com ela quando estou quase chegando. Essa nem olha para mim, e eu nem faço questão.
Tem o cara da oficina, que já me deixou entrar e fotografar seu Dodge Charger R/T. Sempre vejo ele e fito o olhar por mais tempo, porque é simpático da minha parte dizer um "bom dia" ou "oba, tá bom?", e por causa do carro. Mas para ele simpatia parece não ser muito importante. E está bom assim.
Agora tem uma mulher nova no caminho. Deve trabalhar perto da escola de música. Cara de brava, fone no ouvido. Só sei isso, e basta.
Um casal de velhinhos sempre aparece na minha manhã, em frente a loja de motos. O senhor carrega um violão. Só podem estar a caminho da igreja. Eles nem olham para mim, que estou sempre com um cigarro na boca essa hora. Não faço questão.
No farol, sempre ultrapasso uma senhora com um filho, velho demais para morar com a mãe. Acho que ele vai ao trabalho, e a mãe o acompanha até a porta. Para eles parece estar tudo bem assim.
Encontro essas pessoas todo dia, e parece que as conheço melhor do que meus amigos. Não perco muito tempo pensando nelas, e nem espero seus telefonemas ou e-mails. Sei que elas não vão tocar a campainha de repente e sem avisar. Posso imaginar o que quiser delas, e me divertir com isso.
O que será que elas pensam de mim? É só curiosidade.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Rede
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Born Again
O sorriso de uma criança pode amolecer uma pedra.
O sorriso de uma mulher-moça pode provocar um terremoto!
Ok...não fui muito criativo. Mas a idéia é essa. Que sorriso!
Não costumava sorrir sozinho. Isso sempre me intrigou. Mas de um tempo pra cá, até que estou soltando umas gargalhadas tímidas no meu canto. Estou descobrindo e entendendo a importância de saber se virar sozinho. Tem coisas que definitivamente não se consegue sem um par, ou um time. Boas risadas só são boas se compartilhamos com alguém. Mas pequenas doses podem ser saboreadas ao lado de nossa sombra. É diferente estar sozinho e ficar sozinho. Quando morava com meus pais (antes de sair de casa), sempre que eles viajavam eu ligava um rock n´roll no volume máximo, pegava o violão e ficava na frente do espelho simulando um guitar hero! Os anos se passaram e faço a mesma coisa. Só que agora eu bebo, e o show fica mais emocionante.
Sorriso, ficar sozinho e curtir, performances com violão...coisas de criança. E como é bom conviver com nossa versão "criança", que nunca morre.
Bom, acabei de ver a hora, e como não sou mais criança e tenho que trabalhar, dormirei (quiçá feito um bebê).
O sorriso de uma mulher-moça pode provocar um terremoto!
Ok...não fui muito criativo. Mas a idéia é essa. Que sorriso!
Não costumava sorrir sozinho. Isso sempre me intrigou. Mas de um tempo pra cá, até que estou soltando umas gargalhadas tímidas no meu canto. Estou descobrindo e entendendo a importância de saber se virar sozinho. Tem coisas que definitivamente não se consegue sem um par, ou um time. Boas risadas só são boas se compartilhamos com alguém. Mas pequenas doses podem ser saboreadas ao lado de nossa sombra. É diferente estar sozinho e ficar sozinho. Quando morava com meus pais (antes de sair de casa), sempre que eles viajavam eu ligava um rock n´roll no volume máximo, pegava o violão e ficava na frente do espelho simulando um guitar hero! Os anos se passaram e faço a mesma coisa. Só que agora eu bebo, e o show fica mais emocionante.
Sorriso, ficar sozinho e curtir, performances com violão...coisas de criança. E como é bom conviver com nossa versão "criança", que nunca morre.
Bom, acabei de ver a hora, e como não sou mais criança e tenho que trabalhar, dormirei (quiçá feito um bebê).
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
Jacaré ensaboado e outras pequenas lamentações
Outro domingo. Mais tristeza, mais blá blá blá.
Preciso de banho, mas só por convenção. Não preciso cuidar de mim.
Tudo bem, não vou ficar dizendo bobagens.
Sei que é uma fase e que vai passar. E também sei que algumas coisas são fortes demais para acabarem. Contra essas não vou lutar.
Meu peito vazio dói.
Escrevo sem regras, e vivo contra as leis. Não vivo o suficiente, mesmo tendo quase tudo o que preciso.
Mas é a velha história: "força sem ação".
Nem sei mais o que estou dizendo. Roda viva.
Minha mãe diz que meus cabelos estão caindo.
Estou criando coragem para começar a ler um livro. Cem anos de solidão, de García Márques.
Começo a pensar na idéia do banho. Com tristeza me lembro de bichos de plástico no chão do banheiro. Me lembro de tudo, e boas ou ruins as lembranças me consomem e tiram meu leme. Me lembro de tudo, sempre. Preciso reparar meus erros. Não sei como faço, mas estou sentindo uma grande necessidade de me consertar com meu passado enquanto ainda é presente. O que posso fazer? Acho que sempre será presente.
Sinto.
Muito.
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