domingo, 30 de outubro de 2011

Like a big band on a summer day

Sometimes it seems to be so hard. "Does it worth?", says the guy while the Fab Four tried (did they?) to put an end to a song.

Even if that´s not the right question, yes! it´s worth.

Since you know you´re an enterpriser of your own world, you´re able to put love (the kind of love that´s shared by two completely strangers ´till they really love each other by finding it) in its right place.

A completely lack of selfish and self pleasure, but at the same time something that really goes to the highest level of your counsciousness, making you a mind worker and explorer, and at the very same time occupying the space that´s have been settled down by inferior things.

Uow! What a trip. Need some "happy face fried potatoes" and some Pink Floyd album.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Zeer Oude Genever

Parece que a cada dia fica mais distante o total compromisso com a verdade nua da alma, ao passo que a submissão vigiada e já estabelecida cresce. 

Eu quero que esse teto caia!


Se não tenho concluído o que começo a escrever, é porque não tenho saco para tanto.

Cannabis como representante de tudo que está saturado pela regulamentação externa


A continuar...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Torro vive

Quantos anos um homem precisa viver para se tornar fraco?

Sei que quero amar sempre como amo agora.

Não sei o que fazer

pra essa dor nunca mais aparecer.

sábado, 17 de setembro de 2011

Los Tres Reyes



A primeira janela que abrimos tinha essa vista. A do topo, do último andar antes do céu que pela primeira ou décima vez estava bem acima de nós dois.

Feita de um material resistente, porque ali está há muito tempo, e enfrentou todo tipo de câmbio. De parede e meia com outros prédios comuns, daqueles que não se dá muita atenção, mas que são necessários para que resplandeça a beleza única da assimetria.

Visto de cima, porque uma coisa é certa: por onde o caminho siga, nos levará adiante.

Amém.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Armação

Jundiaí-Lisboa-Promissão-Sud Mennucci-Araçatuba-Penápolis-Jundiaí-Buenos Aires-Meu quarto eu armo onde quiser e meu amor onde couber.

sábado, 10 de setembro de 2011

Justa medida




Eu não te amo mais que uma planta de cachoeira,
que nasce do acaso necessário.
E não te amo menos que a galáxia mais atraente e bela
que abriga todas as espécies de vida.

Não te amo com um relógio no braço,
e te amo rasgando os dias no calendário.
Não fui feito para amar
menos do que tudo com que posso sonhar.

Não sou corpo e nem espírito,
sou os dois.
Quão sublime é a primavera das almas!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Entrei pra comprar o manual prático e saí com um livro de poesias

...e abri o livro que comprei nessa página, depois de salvar mais um diálogo na pasta "dEla".




Pido Silencio


Ahora me dejen tranquilo.
Ahora se acostumbren sin mí.


Yo voy a cerrar los ojos.


Y sólo quiero cinco cosas, cinco raíces preferidas.


Una es el amor sin fin.


Lo segundo es ver el otoño.
No puedo ser sin que las hojas
vuelen y vuelvan a la tierra.


Lo tercero es el grave invierno,
la lluvia que amé, la caricia
del fuego en el frío silvestre.


En cuarto lugar el verano
redondo como uma sandía.


La quinta cosa son tus ojos.


Matilde mía, bienamada,
no quiero dormir sin tus ojos,
no quiero ser sin que me mires:
yo cambio la primavera
por que tu me sigas mirando.


Amigos, eso es cuanto quiero.
Es casi nada y casi todo.


Ahora si quieren se vayan.


He vivido tanto que un día
tendrán que olvidarme por fuerza,
borrándome de la pizarra:
mi corazón fué interminable.
Pero porque pido silencio
no cream que voy a morirme:
me pasa todo lo contrario:
sucede que voy a vivirme.

Sucede que soy y que sigo.

No será pues sino que adentro
de mí crecerán cereales,
primero los granos que rompen
la tierra para ver la luz,
pero la madre tierra es oscura:
y dentro de mi soy oscuro:
soy como um pozo en cuyas aguas
la noche deja sus estrellas
y sigue sola por el campo.

Se trata de que tanto he vivido
que quiero vivir otro tanto.

Nunca me sentí tan sonoro,
nunca he tenido tantos besos.

Ahora, como siempre, es temprano.
Vuela la luz con sus abejas.

Déjeme solo con el día.
Pido permiso para nacer.


Pablo Neruda 



terça-feira, 9 de agosto de 2011

Possessão

Sou metade, no máximo. Estaria bom,
se não tivesse o desejo de ser
 o mundo todo.
Triste fim,
ou doce ironia.
Tempo esse que trata
 de embriagar e saciar,
de responder e nunca completar,
porque é ele sua própria extensão.
Ah, meu egoísmo.
Ah! Esse meu querer
que quer tudo que posso sonhar.
Que não pode passar senão por cima
do que lhe é permitido.
Que não deve sonhar
mais do que as horas
tratam de despertar.
Que não pode passar um dia sequer
sem dividir
sem querer
o que mais julga possuir.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mensagem

Chorar sem usar o corpo. Seguir com o vinho como um ladrão a ser enforcado, e não ter mais o remédio para o dia seguinte. Oh! Se tive a farta sensação de paz e fiz do chamado a luz que resta, as outras estão queimadas e na despensa não há substitutas. Agarro meu pulso, e da minha respiração se produz o pequeno calor que trata de manter ébrio o que não pode ser diferente, posto que é irrefutável prova de entrega estar leve. Passar horas acordado depois de acordar de vez, por instantes que duram não mais de cinco minutos, e mais cinco e outros mais. E o dia, a lua, a mensagem, a certeza e a dúvida. Duvidar é coisa de gente besta. Então que depois da dúvida está o dever de casa de gente grande. E aqui está o pesado, a raiz amarga e visceral da paixão. Essa coisa de querer ser tudo é difícil, é indigesta e tarefa árdua. Não fosse o objeto do desejo algo tão excêntrico a ponto de ser indispensável, já teria esse tomado outros caminhos.Pesados, mas ainda meus.

Capital letters are not enough

La Bomba del Tiempo. Um corpo sozinho na multidão, uma alma cheia de vida, música agradável em sintonia. Tantas pessoas, observo e fumo. Como a vida é múltipla e exibida para quem pode vê-la. Como há tantos caminhos que fazem parte da mesma estrada. Quero todos eles, tenho permissão para querer o que quiser. Eu me permito. Múltiplos caminhos, encontros e é tudo muito pesado.

sábado, 2 de julho de 2011

Lloro

4 meses em Buenos Aires. 4 meses longe de casa, da minha casa. Quatro meses voaram. 9 meses sem fazer a barba. 42 meses escondido. 20 dias de espera. 16 meses sem cigarro. Uma vida para trás, e muitas pela frente.

domingo, 26 de junho de 2011

Evening glory wine

Pigs on the wing (part one):

Se você não se importasse com o que me aconteceu,
E eu não me importasse contigo
Andaríamos zig-zagueando nosso caminho através do aborrecimento e da dor
Ocasionalmente espiando por cima da chuva
Indagando qual dos vagabundos culpar
E observando porcos em vôo.

Pigs on the wing (part two)
Você sabe que eu me importo com o que te acontece
E sei que você se importa comigo também
Então não me sinto sozinho
Nem o peso da pedra
Agora que encontrei um lugar seguro
Para enterrar o meu osso
E qualquer idiota sabe que um cão precisa de um lar
Um abrigo contra os porcos em vôo.

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Gotas de vinho que permaneceram no meio do caminho. Entre o destino certo e o mar de possibilidades que exala a vontade e o temor. 

Por hoje é só, e é muito.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Prato do dia: Jantar de estudante de música em Buenos Aires

Jantar de estudante de música em Buenos Aires



Ingredientes

- 2 porções de arroz branco (para o caso de invadir a cozinha mais tarde)

- 1 colher de manteiga

- 200 g de brócoli congelado

- 3 salsichas congeladas

- Sal à gosto

- Um canal de filme qualquer


Preparo

- Se tranque na cozinha (no caso de conviver com mais pessoas).
- Ligue um disco do Jorge Ben no iPod ou celular
- Faça o arroz, fritando-o com a manteiga porteña
- Ferva uma panela com bastante água e coloque as salsichas
- Troque o som por "Supersticion", do Stevie Wonder
- Coloque o brócoli pra ferver junto com as salsichas felizes nadando em água quente
- Vá ao seu quarto, ligue a tv e aperte dois ou três botões de número aleatórios (canal de hoje: Films & Arts)
- Coloque o sal que você não usa do McDonald´s sobre a comida
- Boas garfadas!

domingo, 24 de abril de 2011

Highway Chile

Tenho que sair e ver a lua, disse Weidell. E Weidell concordou, e apesar de estar cansado quer descansar da posição de ouvinte e falar. Falar quieto, sem decibéis mas com olhos e outros sentidos, que se esquecem da memória. E queimar a noite com laranja e verde e branco, e Beatles na camiseta, que agora vai se esconder do frio morno. E maldito seja qualquer morno, 
que além de palavra feia, é nem pouco nem tampouco muito.



sábado, 23 de abril de 2011







I´m not that heavyweight, so I finish the sentence. Neck insist on show the tv set. Sync, water and peanuts: let there be saturday, boludo!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Nativivo

http://musicareciclavel.blogspot.com/

Esse é meu novo blog, sobre música, bateria, bateria na música, músicos, bateristas, o mundo além da música e o que mais acontecer. Sempre com a música fazendo arte primeiro.